O cliente pediu orçamento de excursão no pico do interesse. A agência levou dias entre planilha de custo, editor de texto e o medo de errar o preço, e quando a proposta saiu ele já tinha fechado com outra. Quem responde primeiro com número certo, fecha.
A segunda-feira começou com a mensagem: "quanto fica a excursão de outubro para Foz, para um grupo de umas trinta pessoas daqui da paróquia?". Você respondeu que mandava o orçamento. Aí abriu a planilha de custo, procurou a última proposta na pasta de arquivos, ligou para o hotel, aguardou o retorno do fretista. A proposta saiu na quinta. O cliente agradeceu, disse que ia conversar com o grupo, e sumiu. Fechou com outra agência na semana seguinte, com a proposta que chegou primeiro.
Essa venda não aparece em nenhum relatório. Ela não se perdeu no meio do funil: ela nem entrou. É o prejuízo mais invisível da agência de excursão, o da proposta que demorou. E ele tem nome: janela de interesse. Abriu na segunda, fechou na quinta. A venda acontece ali, no intervalo em que o cliente está decidindo, com a pergunta na cabeça e o dinheiro separado. Depois disso, o que sobra é arquivar o orçamento.
Porque preço de grupo não é preço de passagem multiplicado por gente. É ônibus, hotel, guia, motorista, alimentação, ingresso, comissão de vendedor. Uma parte do custo dilui quando o ônibus enche, outra cresce assento por assento. A conta vive numa planilha que só uma pessoa da agência sabe atualizar, e o texto da proposta vive num arquivo de duas viagens atrás, com o logo da penúltima identidade visual.
Cada ajuste que o cliente pede, como "e se a gente levar quarenta em vez de trinta?", recomeça a conta do zero. E existe o outro medo, o de errar o preço: margem que desaparece quando o ônibus não enche, ou número alto demais que espanta o grupo na primeira conversa. Entre demorar e errar, a agência demora. Perde dos dois jeitos.
O caminho é virar a conta do avesso: em vez de chutar o preço e torcer, cadastrar os custos e pedir a margem. É o que faz o simulador de preço do OnWay: transporte de um ou mais ônibus com capacidades diferentes, hospedagem, alimentação, diárias de guia e motorista, custos fixos e custos por passageiro. A agência escolhe a margem líquida que quer naquela saída, e o sistema devolve o preço sugerido por poltrona e o ponto de equilíbrio: quantos passageiros pagam a conta, e a partir de qual poltrona começa o lucro.
Com a conta montada, a resposta ao "e se levarmos quarenta?" sai na hora: muda-se o número de passageiros na simulação e o preço novo aparece, com a margem protegida nos dois cenários. O preço deixa de ser aposta e passa a ser conta, e conta se mostra para o cliente na primeira conversa.
Do mesmo cadastro sai a proposta comercial, um dos tipos de documento do OnWay: com a identidade da agência, o pacote oferecido e as condições, pronta em PDF para mandar pelo WhatsApp. Os números da proposta batem com os da tela porque nascem da mesma conta do simulador. Não existe mais uma "versão do editor de texto" diferente da "versão do sistema".
A proposta que sai na conversa, com número que se sustenta, muda a dinâmica da venda: o cliente decide com o orçamento na mão, ainda quente, em vez de esfriar esperando a resposta. E a agência recupera a tarde que gastava montando documento que o sistema já monta. O time da frente para de ser refém da planilha de quem sabe calcular, e todo mundo vende com o mesmo preço de base.
As funcionalidades do OnWay descritas aqui estão documentadas nas páginas de financeiro de excursão, onde ficam o simulador de preço, e documentos da viagem, onde fica o tipo de documento Proposta, além do aplicativo em app.onwayos.com.
Conteúdo lido em 02/10/2026.
Simulador de preço e proposta com a identidade da agência, na velocidade da conversa.
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