Cada fornecedor tem cadastro, histórico de quanto já foi pago e o que a sua equipe achou dele na última viagem. Esse julgamento aparece de novo na hora de escolher, não fica esquecido numa conversa de WhatsApp.
Hotel, empresa de ônibus, restaurante de estrada, guia, receptivo. Todo mundo que você contrata para uma viagem fica cadastrado uma vez, com contato, cidade e as observações da agência, e passa a ser escolhido por nome nas telas em vez de digitado de novo a cada saída.
A partir daí, duas coisas acontecem sozinhas: o custo lançado na viagem fica ligado ao fornecedor, e o que a equipe avaliou depois da viagem volta na próxima escolha.
Você não escolhe a categoria à mão em cada lançamento, e por isso o relatório não fica com o mesmo gasto em duas gavetas diferentes.
Entra como Hospedagem. É o mesmo cadastro que a rooming list usa para agrupar os quartos.
Entra como Transporte. A empresa de ônibus, a van do traslado, o aéreo do trecho.
Entra como Alimentação. O restaurante da parada, o almoço incluso no pacote.
Entra como Guia. Guia local, guia de rota, condutor credenciado.
Entra como Passeios. Receptivo, ingresso, atração do roteiro.
Entra como Outros. E há ainda a categoria Marketing, para o custo que não vem de fornecedor de operação.

Cada fornecedor tem uma página própria com os dados cadastrais, o total já pago a ele somando todas as viagens, quantos serviços ele prestou e a lista de cada pagamento com a viagem correspondente.
Abaixo disso ficam os comentários da equipe, que não são a avaliação da viagem: são anotações livres sobre o fornecedor, do tipo que hoje mora na cabeça de uma pessoa só e some quando ela sai de férias.
Quando a viagem termina, a retrospectiva pede o feedback de cada fornecedor que participou dela. Os hotéis da viagem já entram na lista sozinhos; o resto você adiciona do catálogo. Cada um recebe uma nota entre bom, regular e ruim, mais um comentário livre.
Não é só uma estrelinha. Junto da nota fica escrito o que aconteceu, e é o que foi escrito que serve de aviso seis meses depois.
Escolhendo o hotel da próxima viagem, a última avaliação aparece ali mesmo na lista de escolha, com o nome da viagem em que aquilo aconteceu e o comentário que foi deixado.
O sistema conta quantas vezes aquele fornecedor foi bom, regular e ruim em todas as viagens da agência, e marca quem tem alguma avaliação ruim no histórico.
É esse pedaço que a planilha não tem. Numa planilha, a decepção com um hotel vira uma mensagem no grupo da equipe e desaparece em duas semanas. Aqui ela volta exatamente no momento em que alguém está prestes a contratar de novo.
Para você decidir com o que existe, e não com o que soaria melhor num site.
O contrato que o OnWay gera é o do passageiro. Contrato entre a agência e o hotel ou a empresa de ônibus não é armazenado nem gerado aqui.
A avaliação é bom, regular ou ruim, com contagem de cada uma. Não há estrela nem média de zero a dez, de propósito: com poucas viagens por ano, uma média vira um número que finge precisão.
O valor entra como custo lançado na viagem, e o histórico mostra o que foi pago em cada uma. Não existe uma tabela de tarifas negociadas que o sistema aplique sozinho.
Seis: hotel, transporte, alimentação, guia, passeio e outro. O tipo define automaticamente em qual das sete categorias de custo o gasto entra, então o mesmo tipo de despesa não acaba em duas gavetas diferentes no relatório.
Guarda. Cada fornecedor tem uma página com o total já pago somando todas as viagens, quantos serviços ele prestou e a lista de cada pagamento com a viagem correspondente.
Na retrospectiva da viagem, cada fornecedor que participou recebe uma nota entre bom, regular e ruim, mais um comentário livre. Os hotéis da viagem já entram na lista sozinhos e o resto você adiciona do catálogo.
Na hora de escolher o hotel da próxima viagem, a última avaliação aparece na própria lista de escolha, com o nome da viagem em que aquilo aconteceu e o comentário escrito. O sistema também conta quantas vezes aquele fornecedor foi bom, regular e ruim ao longo de todas as viagens.
Não. A avaliação é bom, regular ou ruim, com a contagem de cada uma. É decisão de projeto: com poucas viagens por ano, uma média numérica finge uma precisão que o dado não tem.
Não. O contrato que o OnWay gera é o do passageiro. Contrato entre a agência e o fornecedor não é gerado nem armazenado.
Hoje não. O valor entra como custo lançado na viagem, e o histórico do fornecedor mostra o que foi pago em cada uma delas.
Traz a lista dos hotéis e das empresas de ônibus com quem você trabalha, e a gente mostra como fica o cadastro, o custo ligado a cada viagem e a avaliação voltando na próxima escolha.
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