Você cadastra a viagem uma vez. Preço, datas, roteiro e fotos aparecem no site público sem ninguém redigitar nada, e a viagem que já voltou sai do ar sozinha.
É um site de verdade, com endereço próprio, que vem junto do OnWay e é servido pelo mesmo cadastro que a sua equipe usa por dentro. Ele tem home, catálogo de saídas, uma página de venda por viagem, landing por destino, blog, galeria, depoimentos, memórias das viagens que já aconteceram, contato, página do programa de indicação e uma página de preparação para o passageiro.
A diferença para um site feito por fora não é o desenho: é que ele lê o seu sistema. O preço que está na reserva é o preço que aparece na página. O roteiro que você montou é o roteiro publicado. Não existe a segunda planilha do site.
Se o seu site é um lugar separado, você já conhece os três problemas.
O grupo voltou na semana passada e a saída continua na home, indexada pelo Google, atraindo quem não tem mais o que comprar.
Alguém reajusta o valor no sistema e esquece do site, ou o contrário. O cliente chega com um preço que a agência não pratica mais.
Trocar uma foto ou publicar a saída nova vira chamado para quem fez o site, e a saída entra no ar depois que a demanda já passou.
Vêm da viagem cadastrada. São de leitura no site, de propósito: não há campo para editá-los por lá, justamente para não existirem duas verdades.
Quando a data de retorno passa, a viagem sai da home, do catálogo, das landings de destino, do sitemap e do llms.txt, tudo de uma vez. O corte é pela data de retorno, não pela de saída, para não sumir com o grupo que ainda está na estrada.
A viagem que ainda não tem data fechada permanece publicada como teaser da próxima saída, em vez de desaparecer junto com as vencidas.
As fotos das viagens realizadas viram uma seção de memórias, que é prova social e conteúdo indexável ao mesmo tempo.
Assim que a viagem tem passageiro confirmado e data fechada, o cartão e a página dela ganham o selo de saída confirmada. A quantidade de vagas nunca é publicada, nem cheia nem vazia.
Se a sua agência opera com mais de uma marca, a vitrine agrega as viagens de todas elas no mesmo site.
O site tem uma área de edição com login da sua equipe, dividida em três abas.
Título e subtítulo da capa, as imagens do banner, WhatsApp, Cadastur, CNPJ, a descrição que o Google mostra e as redes sociais da agência.
Tema, endereço da página, resumo e descrição públicos, destaques, o que inclui e o que não inclui, fotos e o botão de publicar. Datas e valor não se editam aqui, porque vêm do sistema.
Título, endereço, resumo, imagem de capa, o texto em markdown, tags, autor e a descrição para o Google, com publicação controlada por você.
O site nasce em português e pode ganhar uma versão em espanhol sob o prefixo /es/. Sete endereços fixos já têm essa versão: a capa, sobre, contato, privacidade, termos, o catálogo de saídas e o índice do blog. Cada viagem e cada post ganham o endereço em espanhol quando você preenche a tradução, campo a campo, no mesmo editor.
A tradução é feita à mão, e isso é uma decisão, não uma limitação de prazo: nada automático encosta em preço, data ou roteiro. Os campos que você pode traduzir numa viagem são nome, tema, destino, resumo, descrição, destaques, o que inclui, o que não inclui e o roteiro dia a dia, casado por dia e nunca por posição na lista.
E o que acontece quando a tradução não existe: o endereço /es/ daquela página responde 404, fica fora do sitemap e fica sem hreflang. Português nunca é servido sob /es/. Uma viagem com só o nome traduzido e o corpo em português não conta como traduzida, porque isso é exatamente o que o Google trata como versão localizada duplicada: sem nome, resumo e descrição em espanhol, a página não nasce.
O hreflang é recíproco, com autorreferência e com x-default apontando para o português, e o índice em espanhol só é anunciado ao Google quando tem ao menos um item de verdade dentro.
O sitemap é montado na hora a partir das viagens, posts e memórias publicados, então ele nunca fica atrasado em relação ao site.
Agência de viagem, viagem com oferta e preço, artigo do blog, perguntas frequentes e trilha de navegação, tudo em JSON-LD.
Os robôs de busca e os de inteligência artificial são liberados por escrito, e há um resumo do site em texto para eles.
Endereço canônico em toda página e a prévia certa quando o link é colado no WhatsApp, no Instagram ou no Facebook.
Cada agência usa a própria conta do Analytics e o próprio pixel, configurados no cadastro.
Banner de consentimento com Consent Mode v2: antes do aceite, a medição roda sem gravar cookie de análise nem de anúncio, e só passa a gravar quando o visitante aceita.
O site tem formulário de contato e, na viagem esgotada, uma lista de espera com a viagem já identificada. Os dois têm armadilha para robô: o campo escondido que só um preenchedor automático preenche, e que faz o envio ser descartado em silêncio. O que chega cai numa aba Site dentro do CRM, e vai para o funil com um clique. A ligação com um cliente que já existe é feita pelo telefone, nunca pelo nome, para não fundir duas pessoas homônimas num cadastro só.
A newsletter é separada, com lista própria de inscritos.
Para você decidir com o que existe, e não com o que soaria melhor.
Não há carrinho, checkout nem pagamento no site. Todo caminho de conversão termina numa conversa de WhatsApp, que é onde a venda de excursão fecha de verdade hoje.
O site nasce num endereço do OnWay. Apontar o domínio que você já comprou é uma configuração que a gente faz, não um botão no painel.
A identidade visual da sua agência é montada com a gente na implantação, e não por um seletor de cor dentro do editor.
Dois endereços no ar, servidos pelo cadastro que a equipe de cada agência usa por dentro.
Curadoria de viagens em grupo saindo de Porto Alegre. Catálogo de saídas, memórias das viagens realizadas e blog.
Operadora da mesma família, com site próprio e endereço próprio, alimentado pelo mesmo sistema.
Os perfis das agências ficam no rodapé do site delas, e entram também nos dados estruturados que o Google lê como perfis oficiais da marca.
É para onde vai o lead que chega pelo site, com o funil e o histórico de cada pessoa.
Depois da venda, o cliente acompanha viagem, pagamento e fotos num portal próprio.
A página de indicação do site é a ponta pública do programa que roda no sistema.
Vem junto. Ele não é um site feito por fora que conversa com o sistema: é servido pelo mesmo cadastro que a sua equipe usa por dentro.
Não. Preço, datas e roteiro vêm da viagem cadastrada e nem aparecem como campo editável no site, justamente para não existirem duas verdades. O que você escreve no site é o texto de venda: resumo, descrição, destaques, o que inclui, o que não inclui e as fotos.
Ela sai do site inteiro sozinha: home, catálogo, landings de destino, sitemap e o arquivo de texto que as inteligências artificiais leem. O corte é pela data de retorno e não pela de saída, para o grupo que ainda está na estrada continuar publicado. Saída com data a confirmar não some: fica no ar como próxima saída.
Tem, sob o endereço que começa com barra es. Sete endereços fixos já têm essa versão: capa, sobre, contato, privacidade, termos, catálogo de saídas e índice do blog. Cada viagem e cada post ganham a versão em espanhol quando você preenche a tradução no editor.
Não, e é decisão de projeto. Nada automático encosta em preço, data ou roteiro. A tradução é preenchida à mão, campo a campo, no mesmo editor.
O endereço em espanhol daquela viagem responde 404, fica fora do sitemap e sem hreflang. Português nunca é servido sob o prefixo em espanhol. Uma viagem com só o nome traduzido e o corpo em português não conta como traduzida: sem nome, resumo e descrição em espanhol, a página não nasce.
Não. Não há carrinho, checkout nem pagamento no site. Todo caminho de conversão termina numa conversa de WhatsApp, que é onde a venda de excursão fecha hoje.
Para uma aba Site dentro do CRM, de onde ele vai para o funil com um clique. A ligação com um cliente que já existe é feita pelo telefone, nunca pelo nome, para não fundir duas pessoas de mesmo nome num cadastro só.
Pode. O site nasce num endereço do OnWay e apontar o seu domínio é uma configuração que a gente faz na implantação, não um botão dentro do painel.
Não por um seletor de tema. A identidade visual da agência é montada com a gente na implantação. O que você troca sozinho, quando quiser, são as imagens da capa, os textos e as fotos de cada viagem.
Traz duas ou três saídas que você está vendendo agora, e a gente mostra como elas ficariam publicadas, com preço, roteiro e fotos vindos do cadastro.
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