Os quartos ficam agrupados por hotel, cada passageiro entra numa vaga de verdade, e o sistema diz quem ainda está sem quarto antes de o ônibus sair.
Ela vive dentro da viagem, na aba Hotel, e usa as mesmas reservas que a sua equipe já cadastrou. Você cria os quartos, escolhe o tipo de cada um e coloca as pessoas dentro. O tipo do quarto define a capacidade, e a capacidade é o que impede de colocar quatro pessoas num duplo.
Não existe segunda lista. A rooming list é uma leitura da viagem, e não um arquivo paralelo que alguém precisa lembrar de atualizar quando entra um passageiro novo.
Para quem viaja sozinho e não quer dividir.
O mais comum em excursão, casal ou dupla de amigas.
Onde entra a terceira pessoa do grupo familiar.
Família inteira ou grupo que quer dividir a diária.
Existe porque hotel de rodovia e pousada de romaria têm esse quarto.
Passageiro sem tipo definido não é chutado para lugar nenhum: ele aparece num aviso separado e fica fora da conta até alguém decidir.
O painel lê o tipo de quarto pedido em cada reserva e devolve, por tipo, quantos passageiros pediram aquilo e quantos quartos daquele tipo isso dá, sempre arredondando para cima. Onze pessoas em triplo são quatro quartos triplos, não três e um terço.
Ao lado, o número de quartos daquele tipo que já existem na viagem. A diferença entre as duas colunas é exatamente o que falta reservar no hotel, e é essa diferença que costuma aparecer tarde demais quando a conta mora numa planilha.
Cada hotel é uma seção própria, com um contador de ocupados sobre capacidade que muda de cor quando o hotel lota. Cada cartão de quarto mostra o número, o tipo, quantas vagas estão ocupadas e quem está dentro.

Três sinais, sempre nesta ordem de prioridade.
Marido, esposa, filha, irmã. O vínculo que já está no cadastro do passageiro vence os outros dois sinais, e a sugestão mostra o rótulo do próprio vínculo.
Se as duas pessoas dividiram quarto numa viagem anterior, a sugestão aparece dizendo em qual viagem foi. É o sinal mais forte que existe em grupo de excursão, e ele só existe porque o histórico está no sistema.
Quem pagou a reserva do outro provavelmente vai dividir o quarto com ele. Vale nos dois sentidos.
A sugestão é conservadora de propósito: só oferece gente que está nesta viagem, tira quem já tem quarto naquele hotel e nunca sugere mais nomes do que as vagas que sobraram no quarto. Não há nota, não há ranking, e a decisão continua sendo de quem conhece o grupo.
Também não existe arrastar e soltar, e isso é escolha e não falta. Boa parte de quem opera excursão faz isso no celular, e boa parte do público tem mais de 60 anos: alocar por lista funciona em qualquer tela e não depende de pontaria.
No topo da lista fica uma faixa com todo mundo que não tem quarto em hotel nenhum, com o nome de cada um. É a conferência que normalmente só acontece quando o grupo já está no balcão do hotel às onze da noite.
Guia, motorista e auxiliar entram nessa conta como qualquer outra pessoa: staff ocupa vaga de quarto, aparece na faixa quando fica de fora, e vai identificado com a função na lista que o hotel recebe.
Esta é a parte que nenhuma planilha faz. O sistema cruza o histórico de quem dividiu quarto em viagens passadas com a lista de confirmados desta viagem, e mostra os parceiros de quarto que ficaram de fora: pessoas que já viajaram com alguém que está indo, e que ainda não compraram.
Cada uma vem com o nome de quem já confirmou, qual foi a viagem que as duas dividiram e uma mensagem de WhatsApp pronta, oferecendo justamente a vaga do lado. É a vaga certa para a pessoa certa, com o motivo na mão.
A rooming list em arquivo, do jeito que o hotel pede por e-mail.
A lista em texto, na área de transferência, para colar onde você quiser.
Envio direto para o contato do hotel, sem passar por e-mail nenhum.
Cinco: single para uma pessoa, duplo para duas, triplo para três, quádruplo para quatro e quíntuplo para cinco. A capacidade de cada tipo é o que trava a lotação do quarto na tela.
O painel mostra, por tipo de quarto, quantos passageiros pediram aquele tipo e quantos quartos daquele tipo isso dá, arredondando para cima. Quem ainda não escolheu tipo aparece separado, num aviso de quantos passageiros estão sem tipo definido, e não entra na conta.
Sim. Os quartos ficam agrupados por hotel, cada hotel com o próprio contador de ocupação sobre capacidade. Hotel já cadastrado na viagem mas ainda sem quarto nenhum aparece com um atalho para criar os quartos dele.
Sugere, por três sinais, nesta ordem: vínculo cadastrado entre as pessoas, que traz o rótulo do próprio vínculo; ter dividido quarto numa viagem anterior, que mostra qual foi a viagem; e ser responsável pela reserva do outro. A sugestão só oferece quem está nesta viagem, quem ainda não tem quarto neste hotel, e no máximo o número de vagas que faltam no quarto.
Não, e é decisão de projeto. O público que opera excursão em boa parte das agências é de mais de 60 anos, então a alocação é por seleção em lista, que funciona no celular e não depende de precisão de arraste.
Entram. Staff ocupa vaga de quarto como qualquer pessoa, e quem ficou sem quarto em nenhum hotel aparece numa faixa de aviso no topo da lista, com a função de cada um.
Dá. A lista sai em PDF, vai para a área de transferência em texto e tem envio direto por WhatsApp, sem ninguém remontar nada à mão.
Traz o roteiro e os hotéis da saída que você está montando, e a gente mostra os quartos agrupados, o painel de necessários contra criados e quem ficaria sem quarto.
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