Receita do período, ocupação, ticket médio, inadimplência e margem líquida, mais o que precisa de atenção hoje: cobrança pendente, viagem com vaga, cadastro incompleto e lead quente. E o custo de aquisição real por canal, para saber onde o cliente novo está vindo mais barato.
O módulo está em beta: os fluxos centrais funcionam, mas segue em ajuste enquanto validamos com as primeiras agências clientes.
É o painel que junta o que a agência precisa olhar todo dia (o que há a cobrar, quais viagens ainda têm vaga, cadastros incompletos e leads quentes) com os indicadores do período: receita, novos clientes, viagens ativas, reservas, ocupação média, ticket médio, inadimplência e margem líquida.
Uma seção separada mostra os canais de aquisição, com o CAC real calculado por canal a partir dos dados lançados na plataforma, para comparar de onde o cliente novo está vindo e a que custo.
Se a sua agência ainda decide assim, você já sabe o problema.
Cobrança, vaga sobrando e lead esfriando ficam espalhados em telas e conversas diferentes, e algo sempre escapa.
Sem ocupação, ticket médio e inadimplência juntos, dizer se o período foi bom depende de sensação, não de número.
Sem CAC por canal, o orçamento de aquisição é distribuído no escuro.
O bloco de ações de hoje reúne quanto há a cobrar, quais viagens têm vaga, quais cadastros estão incompletos e quais leads estão quentes. Ao lado, os cartões do período mostram receita, novos clientes, viagens ativas e reservas, e os indicadores de ocupação média, ticket médio, inadimplência e margem líquida. Uma seção separada de canais de aquisição calcula o CAC real por canal.

O bloco de marketing do painel não fica no palpite: ele cruza o que a agência investiu com a receita que o canal gerou.
O custo de aquisição por cliente, no total e canal a canal. A tabela separa cada canal, mostra o que foi investido e o que ele trouxe, e marca o canal que gastou e ainda não converteu ninguém.
O retorno sobre o investimento em anúncio, no mesmo cartão, para comparar com o CAC sem abrir outra tela.
O painel destaca o que chegou sem verba, e o CAC de quem veio por indicação, que costuma ser o mais barato da agência.
Quantos passageiros e quanta receita cada agente fechou no período, com exportação em CSV.
No CRM, o quadro de abordados, responderam e converteram por atendente, com a taxa de conversão. Sem métrica de vaidade: quem só abriu a conversa não conta como trabalho feito.
O sistema aponta o estágio onde mais gente trava, medindo a queda de um estágio para o outro em vez de olhar só o total de leads.
Quantos clientes entraram pela primeira vez, separado de quem já era da casa.
A ocupação das próximas viagens e o ticket médio do período, lado a lado com a margem líquida.
Um botão baixa os indicadores, as viagens do topo, a lista de devedores e a margem por viagem em um arquivo só.
O ranking de agentes, o CAC e o ROAS ficam na tela de Analytics. A efetividade por atendente e o gargalo do funil ficam na tela de CRM, junto do funil de onde os números saem.
Reservas, mapa de poltronas, contratos, CRM e a Teia. Veja o sistema completo na página inicial.
O lucro real de cada viagem, por passageiro e no caixa consolidado da agência.
Histórico de cliente, funil de vendas e quem sumiu sem ninguém perceber.
Reúne o que precisa de atenção no dia: quanto há a cobrar, quais viagens ainda têm vaga, quais cadastros estão incompletos e quais leads estão quentes, num só lugar em vez de espalhado por telas diferentes.
Sim, na seção de canais de aquisição o sistema mostra o custo de aquisição de cliente real por canal, a partir dos dados registrados na plataforma.
Sim. Os indicadores de ocupação média, ticket médio, inadimplência e margem líquida aparecem juntos com os cartões de receita do período, novos clientes, viagens ativas e reservas.
Está em beta: os fluxos centrais funcionam, mas segue em ajuste enquanto validamos com as primeiras agências clientes.
Chama no WhatsApp e a gente mostra o painel de indicadores e o CAC por canal.
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