A ficha do passageiro chega por WhatsApp: foto do documento tirada na diagonal, nome abreviado no meio, telefone com um dígito trocado. Alguém da equipe para o que está fazendo, digita tudo e torce para sair certo. O dado nasce errado e o sistema paga por isso depois, na lista de embarque e na cobrança. Com o autocadastro do OnWay, quem digita é o próprio cliente: a agência manda o link da viagem, o passageiro preenche os próprios dados no formato do sistema e o cadastro entra direto na viagem.
Reconhece a agência nesta lista?
Nenhum desses sintomas é culpa de quem digita. O problema é o desenho da tarefa: pedir para uma pessoa transcrever o documento de outra, à mão, toda vez que alguém viaja. É um trabalho repetitivo, sujeito a erro e que não vende nenhuma poltrona a mais.
A agência gera o link próprio da viagem e manda no WhatsApp em um toque. O link funciona sem login: o interessado abre no celular e preenche os próprios dados, nome, documento, data de nascimento, contatos, endereço e contato de emergência. Nada de campo livre onde cabe qualquer coisa. O dado já nasce no formato que a lista de embarque e os documentos da viagem esperam, incluindo a lista exigida para fretamento pela ANTT e pelo DAER.
Antes de concluir, o passageiro dá o aceite no termo de tratamento de dados, com registro de data e hora. O cadastro entra direto no funil da viagem: a equipe recebe o alerta na central de notificações e o cliente aparece na aba da viagem marcado como autocadastro. E se quem preencheu já existe no sistema com o mesmo telefone, o cadastro é atualizado em vez de criado de novo: nenhum cliente duplicado.
O passageiro digita os dados do documento que está na mão dele, com o documento aberto ao lado. A grafia do nome, o órgão emissor e a data de nascimento deixam de depender da leitura de uma foto embaçada por alguém que nunca viu aquele RG. O dado deixa de nascer de uma transcrição.
Do lado da agência, o trabalho muda de natureza: em vez de anotar por telefone e digitar depois, o cadastro chega pronto. A fila de digitação sai da mesa, e com ela o erro clássico da operação: passageiro barrado no embarque por documento digitado errado, um problema que a agência criava para si mesma.
O cadastro vira a ficha do cliente no sistema. Na próxima viagem, o mesmo passageiro já está lá: nome certo, documento certo, sem ninguém digitar de novo.
Sem a fila de digitação, o atendimento respira. A vendedora que passava a tarde transcrevendo ficha agora acompanha a chegada dos cadastros pela central de notificações e resolve por exceção: só o que está pendente ou estranho precisa dela.
O histórico também melhora. Um cadastro preenchido pelo próprio titular alimenta a ficha do cliente com dados limpos, e é essa ficha que o sistema usa na venda seguinte, no contrato e na cobrança. Agência que conhece o passageiro de verdade vende mais para quem já viajou com ela.
O autocadastro faz parte do portal do passageiro, onde o cliente também consulta poltrona, roteiro e extrato sozinho, no navegador do celular, sem instalar aplicativo. É o mesmo princípio dos dois lados: o passageiro resolve o que é dele, a equipe cuida do que é da agência.
OnWay, página do portal do passageiro, com o auto-cadastro via magic link: onwayos.com/portal-do-passageiro
OnWay, changelog "Pré-cadastro da viagem por link": onwayos.com/changelog/2026-06-14-portal-pre-cadastro-por-link
OnWay, visão panorâmica dos recursos da plataforma, com o autocadastro seguro: onwayos.com/recursos
Conteúdo lido em 02/10/2026.
O passageiro preenche os próprios dados e o cadastro entra direto no funil da viagem, sem fila de digitação.
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